quarta-feira, junho 14, 2006

Tanta treta até dói



Nem mais. Nada melhor para ilustrar o pensamento político da maioria das "Democracias" ocidentais, no que respeita a justificar guerras, por exemplo, ou a difamar uma luta justa de professores, também por exemplo, tão diferentes na sua essência e importância relativa, mas com recurso por parte dos poderes políticos ao mesmo tipo de actuação. Usando e abusando da mentira e propalando-a com ajuda dos seus amigos nos media tantas vezes até ser tida como verdade. Usando e abusando de algum mal estar que existe em relação a um sistema educativo caduco e que não responde às necessidades das famílias, o governo de uma forma demagógica e populista tenta responsabilizar os professores por todos os erros acumulados e pela falta de qualidade do ensino. A forma autoritária com que tem procurado gerir a pasta educativa, impondo soluções em vez de em cooperação com os professores e outras entidades ligadas ao ensino ( comissões de pais,por exemplo) é desajustada do pnto de vista da eficácia e vai gerar mais conflitos, fazendo perpetuar os vícios que existem no sistema oficial de ensino, em vez de se evoluir para m modo de excelência e de auto-exigência que trariam benefícios para todos, principalmente para os alunos e famílias portuguesas.

Tal como Bush nunca há-de encontrar a razão para a sua guerra justiceira onde haja verdadeiramente justiça, também o governo PS se verá atolado na sua própria demagogia.

Redfish

7 comentários:

Tromba Rija disse...

Parabens pelo post Redfish.Não percebo o silencio à volta deste tema,assim como o silencio em relação ao caso da "ana".

O Embalador de Codornizes disse...

A luta continua, a luta contínua!!

Dama Pé de Cabra disse...

Embalador de codornizes? ahahahah brincalhão...melhor que isso só domador de caracois

Iras-cível disse...

MEU CARO AMIGO

aqui na terra tão jogando futebol

tem muito samba,muito choro e rock`n`roll

uns dias chove,noutros dias bate sol

mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui está preta

CHICO BUARQUE

Dama Pé de Cabra disse...

The Fighters and the Freeloaders

By Sebastian Mallaby
Monday, July 17, 2006; Page A15

Before things can turn a corner in the Middle East, we need the diplomatic equivalent of electric-shock therapy. We may need $100 oil to jolt the Europeans and the Chinese. We may need the Russians to be told that they can forget joining the World Trade Organization. And we're going to need something dramatic to reward India, whose response to terrorism last week was exemplary.

The India-Israel comparison is startling. Lebanon-based Hezbollah terrorists shower rockets on Northern Israel and carry out a raid that inflicts eight deaths and two abductions. Israel justifiably responds by bombing the headquarters of the Hezbollah leader, but it also rains fire on Beirut's airport, roads and apartment towers, destroying the props of a new and hopeful Lebanon.


Fighters and Freeloaders
» Sebastian Mallaby | Chinese, Russian and Western European foot-dragging is undermining diplomacy on every major security challenge we face, from North Korea to Iran to the Middle East.
Margulies: Wiggle Room on Cruelty
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PostGlobal: On the Ground in the Middle East
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Almost everybody understands that failed states are good for terrorists. With their bitter experience of the Palestinian territories and the Lebanon of old, Israelis ought to grasp that better than anyone. But their leaders seem determined to re-create a failed state to their north. They complain that the Lebanese government has failed to rein in Hezbollah terrorists, then destroy the infrastructure that provides that same Lebanese government with its only chance of functioning.

Now consider India. Coordinated bombings in Bombay commuter trains kill 182 people and wound hundreds. On the same day a grenade attack at a bus station in Kashmir injures at least six tourists. The Indians announce that a new incarnation of a Kashmir independence group called Lashkar-e-Taiba is the main suspect in the Bombay attacks. Just as Hezbollah is part of Lebanon's ruling coalition, the group operates openly in Pakistan and is said to be backed by the country's intelligence services.

India's response? No reprisals, no bombings. No threat to cut off diplomatic communications with Pakistan and no massing of troops on the India-Pakistan border. Instead, the Indians tell Pakistan that a forthcoming meeting of foreign ministers must be postponed. And they seek support from the Bush administration and the United Nations to get Pakistan to clamp down on the terrorists.

They certainly had better get that support. Israel's iron-fist approach is partly a poor bet: a gamble that bombing will smash the terrorists' structures, even though they are more likely in practice to smash civilian ones, radicalizing the Arab world and undermining the moderates who seek peace with modernity. But to be fair to Israel, its military offensive also reflects the absence of a viable diplomatic option. There already is a U.N. resolution calling for Hezbollah to be disarmed, but the big powers show no interest in applying the muscle to make disarmament happen.

So the challenge in the Middle East and beyond is to show that diplomacy can function. In the wake of the Bombay attacks, Pakistan is a good place to start: China, a traditional Pakistani ally, should join with the United States in telling Pakistan to close down its jihad network. Until now, of course, China has regarded India-Pakistan tensions as a strategic plus. But it needs to update its worldview. Trade and investment between China and India are growing, and China depends on imported oil. War in India, or the emboldening of Pakistani jihadists with links to the Middle East, is not in its interest.

But Pakistan is only a beginning. On every major security challenge, from North Korea's missiles to Iran's uranium enrichment, diplomacy is undermined by Chinese, Russian and sometimes Western European foot-dragging. These powers are happy to criticize unilateralism and belligerence at every turn. But when there's a chance to make diplomacy work, they call for U.S. leadership and hide behind the curtains.

There's a direct causal link between this freeloading irresponsibility and Israel's bombardment of Lebanon. The Chinese and Russians ensure every day that diplomacy is limp, and then they sound surprised when Israel chooses the military option.

Western Europeans lament the fact that the Bush administration, its energies sapped by the Iraq war, has not shown much appetite for the shuttle diplomacy that brokered the last Israel-Hezbollah cease-fire in 1996. But if France and others had not undermined sanctions on Iraq in the late 1990s, the case for the military alternative would have been weaker -- and the war might not have happened.

Even today, many of these freeloaders see mayhem in Iraq as America's problem. You'd think that chaos in a major oil exporter, with the potential to seed extremism all over the Middle East, would alarm all responsible governments. But the freeloaders think it's a joke. Pressed over the weekend about democracy in Russia, Vladimir Putin quipped that he didn't want a democracy like Iraq's.

It's going to take something drastic to change this mind-set. But until it changes, diplomacy will be weak; there will be more wars and more radicalization of extremists. I'm not sure what that mind-set changer ought to be. But maybe it's going to take $100 oil to shock the Chinese and the reluctant Europeans into seeing that Islamic extremism does hurt them. And maybe it's going to be necessary to block Russia's quest for membership in the World Trade Organization, which Putin pressed aggressively last week. Why should the Russians expect the benefits of international trade if they won't contribute to the security that underpins it?

Dama Pé de Cabra disse...

O Blog morreu ou foi de férias?

É que temos aí uma guerrazita no Médio Oriente que parece que nos está a passar ao lado...será que é porque estamos no extremo ocidental da Europa e a guerra até fica muito loooooonnnge? ou será que é porque eles são "pretos" que se entendam? afinal tanto andava o Bush a suspirar para ter um pretexto para atacar o Irão e.....eis senão que...voilá..por artes mágicas...houve um raptozito de uns israelitas (certamente preparado pelos serviços secretos americanos) que veio mesmo a calhar...afinal todos sabemos que de Israel nem bom vento nem bom casamento...os israelitas já têm por hábito apagar aqueles de entre eles que se atrevem a pensar na Paz, por isso mesmo são governados por uma chusma de assassinos que fariam corar de vergonha o próprio Hitler, esse incompreendido!

A única coisa boa é que isto vai contribuir para a melhoria substancial do meio ambiente....o petróleo vai continar a subir, o Estado a arrecadar em impostos a mior parte do valor do combustível e vamos acabar a andar a pé...por isso é que eu digo que há males que vêm por bem.... o pai do outro judeu escreve direito por linhas tortas...

Dama Pé de Cabra disse...

O Blog morreu ou foi de férias?

É que temos aí uma guerrazita no Médio Oriente que parece que nos está a passar ao lado...será que é porque estamos no extremo ocidental da Europa e a guerra até fica muito loooooonnnge? ou será que é porque eles são "pretos" que se entendam? afinal tanto andava o Bush a suspirar para ter um pretexto para atacar o Irão e.....eis senão que...voilá..por artes mágicas...houve um raptozito de uns israelitas (certamente preparado pelos serviços secretos americanos) que veio mesmo a calhar...afinal todos sabemos que de Israel nem bom vento nem bom casamento...os israelitas já têm por hábito apagar aqueles de entre eles que se atrevem a pensar na Paz, por isso mesmo são governados por uma chusma de assassinos que fariam corar de vergonha o próprio Hitler, esse incompreendido!

A única coisa boa é que isto vai contribuir para a melhoria substancial do meio ambiente....o petróleo vai continar a subir, o Estado a arrecadar em impostos a mior parte do valor do combustível e vamos acabar a andar a pé...por isso é que eu digo que há males que vêm por bem.... o pai do outro judeu escreve direito por linhas tortas...