segunda-feira, dezembro 31, 2007

2007.....2008? A mesma luta



Enquanto nos anestesiamos nestas paródias rituais, há por aí muita
merda, e vem para aí mais ainda.
Milagres não se esperam, nem na Ribeira deles próprios.
Por isso, amiga ou amigo que aqui vens, Leiriense ou não, aquele
abraço e os votos de saúde e força para enfrentar o que para aí vem.
Receitas para isso?
Que tal esta?




Receita de Ano Novo

Carlos Dummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


BOM ANO 2008

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Adivinha





O que é?

1- Armadilha para hipopótamos no Parque Kruger na África do Sul
2- Paisagem turística de Bagdad após explosão de um radical xiita
3- Obra inacabada (há 2 semanas) na rua Padre António, em pleno centro histórico

Apostou na 1ª- O senhor é um optimista inveterado, mas pouco dado a questões da
natureza. Então não sabe que no Kruger parque é proibido caçar hipopótamos? Nem com uma flor!!
Apostou na 2ª- Podia ser, mas faltam os mirones à volta, e aqui e ali uns salpicos de sangue. Não é mau observador, mas nota-se que não é de cá.
Apostou na 3ª- Não vale. Já lá deve ter escavacado o carro todo, ou se foi de mota esbodegou-se todo, espalmando-se no chão em queda de belo efeito e aparatosa. De qualquer modo não tem direito a prémio, pois se esta é a câmara e os serviços que temos, foram os Leirienses os responsáveis por isso. Por isso, de castigo, é obrigado a ser um dos três espectadores do próximo jogo da União de Leiria, e pagando bilhete (para ajudar a amortizar a dívida).

Redfish

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Parece que a Europa não é nossa, afinal!! É só de alguns!




A ideia de uma Europa solidária, fraterna e genuinamente preocupada com os
problemas que grande parte da população mundial atravessa está cada vez mais longe
.
Pelo contrário torna-se cada vez mais visível a Europa fortaleza, fechada em si mesma e mantendo uma lógica de dominação sobre aqueles a quem se usa chamar o
3ºmundo.
Portugal, um país de emigrantes, não sabe aceitar os que nos demandam em busca de melhor vida? Começa a não haver mais pachorra para a falta de vergonha destes nossos governantes. Com a devida vénia, dou a palavra a Francisco Louçã .

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"O desembarque de imigrantes magrebinos na costa algarvia desencadeou as mais espantosas reacções de medo. A Marinha veio imediatamente assegurar que era um caso excepcional mas muito grave. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras acrescentou que era caso único e que não era de temer que viesse aí a invasão. Paulo Portas, tão parecido com Manuel Monteiro, veio apelar ao governo para criar barreiras policiais mais vigilantes. E o governo suspirou de alívio quando se percebeu que o barco estava perdido e que só queria ir para Espanha. José Sócrates, sabe-se lá porquê, veio dizer que este caso era um aviso a toda a União Europeia - na verdade, casos destes acontecem todos os dias noutros países com Espanha e Itália e não têm nada de solene, são simplesmente histórias da desgraça e do sacrifício por uma vida melhor.
O Bloco de Esquerda foi o único partido a tomar uma atitude concreta de solidariedade com os imigrantes. O deputado António Chora visitou-os no centro de detenção do aeroporto de Faro, poucas horas depois de terem desembarcado, para conhecer a sua história e para tomar uma posição de defesa dos direitos humanos essenciais. Porque a imigração é um direito humano.
A hipocrisia dos governos europeus pretende tratar a questão como um caso de polícia, como se fossem perigosos criminosos a invadir um país que lhes é estranho. A hipocrisia acrescenta que há que tratar com os governos locais, que há que criar "desenvolvimento" para fixar as populações. Há que fazer tudo o que não querem fazer - os governos europeus preferem sempre tratar com os regimes autoritários, com os magnates do petróleo, com os títeres que fazem bons negócios.
Mas o que estes imigrantes nos dizem é o contrário. Que querem viver, trabalhar, ser felizes, ter uma oportunidade. Têm direito a essa oportunidade."
Francisco Louçã

quinta-feira, dezembro 13, 2007

A Europa é nossa! Bora lá! Referendo, já!



José Manuel, e José Sócrates, escancararam-na para nós!
Mas, devagar, só com Tratado assinado, que ela tem regras!
Garante Barroso, que o Tratado é maravilhoso!
Sócrates, por sua vez, diz que tão bom nunca se fez!!
Do lado de cá da vida, nós que de Europeus temos a fama mas muito
pouco proveito, pensamos para os nossos botões:
- Se o têm por tão bom, porque não o referendam?

Redfish

Natal Leiriense








No nosso concelho ainda existem 13 freguesias sem qualquer saneamento, que é
Instrumento básico para a saúde de qualquer população

A pomposa iluminação de Leiria, retrato da ostentação Camarária, será o sinal
da luz ao fundo do túnel, para se efectuarem aqueles saneamentos?

Mordaki

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Não há crise! Vem aí o Natal...não vem?



Vem aí o Natal!
Leiria enfeita-se, veste-se de luz e cor.
Corre-se a estoirar alegremente o subsídio que se recebeu(!!!???)
como se fôssemos ricos. No Natal nada é igual,
ninguém nos quer mal, etc e tal.
Os pobrezinhos têm no Natal,
um lugar especial:
ganham estatuto, são alguém
que permite ao rico
fazer o bem,
No Natal, eu fico
mais triste que o habitual
pois como não sou pobre nem rico
não sei onde me encaixar,
não sendo eu Ateu de todo
menos sou rato de Altar
o que me lmita a festa
a pouco para festejar
pois não há dia do ano
que eu não festeje alegremente
mais um ano que passou
neste dia que é presente
como se fosse tal e qual
a tal festa de Natal
que aqui que ninguem nos ouve
cheira muito a hipocrisia
e a ratas de sacristia.
Boas compras.
Natal com IVA a 21%
festeja-se a contento
com O Sócrates a Pai Natal
a Edite a fazer de estrela
os ministros de Reis Magos
e nós todos de camelo
para satisfação da
Isabelita
que pediu ao menino Jesus
para lhe pôr no sapatinho
um Centro Comercial Gigante,
( pôrra!!)
que grande patorra!!

Redfish

sábado, dezembro 01, 2007

Greve Geral


A nossa total solidariedade para com aqueles que fizeram a greve e aos que a não fizeram, porque não poderam!!!

quarta-feira, novembro 21, 2007

Quando a chuva cai...há merda!




Todo o país se congratulou com a chuva que veio interromper este Outono seco que ameaçava estender-se indefinidamente. Todo o Portugal?
Os Leirienses, principalmente os habitantes dos Milagres raramente têm razões para festa, pois é certo e sabido, que sempre que chove os suinicultores aproveitam para inundar a ribeira dos Milagres com os detritos que os seus porquinhos produzem.
É caso para dizer, que quando chove, em Leiria há merda!
Até quando?

quinta-feira, novembro 15, 2007

Nossa Senhora falhou o penalty



A culpa, à míngua de melhor, é atribuída à Santa.
Não é ela a Padroeira, com direito a festas nos
dias 13, milhões de devotos e um inagualável registo
de milagres no curriculum?
Portugal, país que um dia, há muito, pertenceu aos portugueses,
e agora é uma sociedade anónima, está à rasca.
Não por causa do desemprego, pois cá gente desenrasca-se, e vendo bem
ainda há muito trabalho, eles (entidade desconhecida muito usada na Lusolandia
para designar os sacanas dos outros gajos que não nós
)é que não querem fazer nenhum. E ainda nem 10% da população são.
Nem por causa da Educação, que desde que saibam (eles, é claro) ler e escrever
é muito bom, já há doutores a mais, o que é preciso é gente que trabalhe, a ministra é que lhes trata da saúde ( a eles, naturalmente!), e já que falamos nisso também não interessa para nada essa coisa de estarem ( quem? os outros, evidentemente) a acabar com o Serviço Nacional de Saúde, nem a tirarem comparticipações a medicamentos, diminuirem as pensões aos idosos, aumentarem os impostos, reduzirem ordenados, darem cabo de carreiras, perseguirem quem os critique, terem montado uma rede de compadrios e tachos para meia dúzia de amigos e conhecidos, que se marimbem para a ética e a justiça, que mintam descaradamente todos os dias, que se riam arrogantemente nas nossas caras!!
Não! Nada disso importa! O que importa é que se não ganharmos a porra do jogo de sábado aos Arménios (quem são esses gajos? nunca ouvi falar!) estamos tramados!!
Não vamos ao Europeu (ah! é essa história do Tratado e do Referendo ou o caraças, não é? Cala a boca, não sejas parvo!), não vamos, e o mister Scolari anda aos murros aos gajos, ainda por cima nem lhes acerta como deve ser, e a culpa é de quem?
-Desses gajos, pá, que não jogam nada, pá, ganham milhões, pá, são uns chulos,pá, tás a ver? É deles nã é?
-Até há gente que pensa como tu...mas eu cá acho que a culpa é da Santa! Isto está tudo mal porque ela falhou o Penalty.
Tenho dito!

PS - Parece que desta vez o mamarracho de Leiria vai ter mais de 10 espectadores!
A Isabelinha vai a Fátima agradecer este milagre!

Redfish

sexta-feira, novembro 09, 2007

Cristina Branco + José Afonso = "Abril" . Sublime


Menino d’Oiro
Senhor Arcanjo
Maio maduro Maio
Canto Moço
Avenida de Angola
No comboio descendente
Ronda das Mafarricas
Canção de Embalar
Era um Redondo Vocábulo
A morte saiu à rua
Cantigas do Maio
Venham mais cinco
Carta a Miguel Djéjé
Os Índios da Meia-Praia
Coro da Primavera
Chamaram-me cigano

Cristina Branco (vocals), Ricardo Dias (piano, Fender Rhodes), Mário Delgado (electrical guitars, classical guitar and Dobro guitar), Bernardo Moreira (double bass), Alexandre Frazão (drums). Guest musicians: João Moreira (trumpet on tracks 7/8/11/12/14/15), Quiné (percussions on tracks 2/5/7/8/9/12/13/14/15), Ricardo Dias (voice on tracks 1/12)


Mais um grande disco de canções. Belíssimo.
A música do Zeca, a maravilhosa voz de Cristina Branco e um grupo de músicos excelentes. A universalidade e intemporalidade da obra de José Afonso
com uma interpertação notável.
A não perder.

domingo, outubro 28, 2007

Mega Centro Comercial III




A fls 14 do insuspeito Jornal de Leiria, da edição de 25 de Outubro,
vem um artigo de outro insuspeito,
Henrique Neto
, sob o titulo "O Futuro de Leiria".

Belo texto, mas chama-se á atenção de que o Bloco de Esquerda sempre esteve contra a construção do centro, votou na A. Municipal contra e continua a lutar para que as pessoas se movam para evitar o descalabro que aí vem.

Não resisto a citá-lo "aquilo que valoriza a cidade é o centro histórico, as ruas estreitas, os edificios antigos, o pequeno comércio de qualidade, as inicativas culturais aí realizadas ."



mordaki

O Mega centro comercial.II


O direito de superficie que a Camara entregará ao vencedor do concurso (quasi 20 hectares no centro de Leiria) é cedido por 99 (novente e nove) anos..
AUTOMÁTICAMENTE RENOVÁVEL DE QUARENTA E CINCO EM QUARENTA E CINCO ANOS (conforme o caderno de encargos)
E DIZEM QUE A ETERNIDADE NÃO EXISTE....

E continuam a pensar que os Leirienses não são uns imbecis?


Mordaki

quinta-feira, outubro 25, 2007

Mais do mesmo - O Negócio da Saúde


No início deste ano, o governo fez publicar um despacho do ministro Correia de Campos que declara incompatível que os profissionais do SNS (Serviço Nacional de Saúde) exerçam funções dirigentes (de coordenação ou direcção) em serviços de saúde privados. O argumento invocado é simples e muito razoável: a acumulação de funções pode "comprometer a isenção e imparcialidade, com o consequente risco de prejuízo efectivo para o interesse público".

Há muito que se sabe que este regime de acumulação de funções - médicos e outros profissionais do SNS a trabalharem para o SNS e para os privados, é gerador de promiscuidade de interesses, sobretudo agora que os grandes grupos económicos e financeiros fazem grandes investimentos na área da saúde e dispõem de hospitais privados de grandes dimensões, o que fez disparar a sua necessidade de contratarem médicos, enfermeiros e técnicos de saúde que pertencem ao SNS. Hoje, a acumulação de funções adquiriu uma outra e muito maior dimensão, já não se trata apenas do médico, que trabalha de manhã no hospital público e à tarde vai para o seu consultório, como até agora acontecia.

Portanto, o despacho do governo é plenamente justificado, mesmo admitindo que, para acabar com os regimes de acumulação e com a promiscuidade que lhe está associada, é necessário fazer muito mais do que um simples despacho, uma simples medida administrativa. Essencialmente - e isso o governo não fez nem faz, é necessário melhorar significativamente as condições de trabalho e o nível das remunerações dos profissionais do SNS, valorizando aqueles que se dedicam ao SNS em regime de exclusividade.

É bom, no entanto, ter bem presente que hoje a mais frequente e preocupante promiscuidade de interesses que mina o SNS, não está naqueles profissionais que acumulam com o privado, mas sim na política liberal e privatizadora de Correia de Campos, que introduz, na organização e funcionamento do SNS, os interesses próprios dos mais variados grupos privados, através da privatização de determinados serviços, desde administrativos (por exemplo, o sistema informático e a conferência de facturas do SNS) até à entrega da gestão e exploração de hospitais públicos a grupos privados (como é o caso do Amadora-Sintra e das 10 novas parcerias público-privadas - PPP), através das quais Correia de Campos oferece a gestão e exploração de mais 10 hospitais públicos aos grandes grupos económicos. Esta generosidade de Correia de Campos é hoje o principal factor de promiscuidade de interesses entre o público e o privado.

Dito isto, retomemos o tema da incompatibilidade de funções, relembrando que o governo a decretou por ela "comprometer a isenção e imparcialidade". Mas se há incompatibilidade e não é permitido que um médico de um hospital ou de um centro de saúde possa ter funções dirigentes no privado, como pode o governo aceitar e justificar ter nomeado para coordenadores nacionais das doenças cardiovasculares e das doenças oncológicas dois médicos que exercem funções daquela natureza em hospitais privados, que trabalham para grupos privados com grandes investimentos na área da saúde, independentemente da sua seriedade e competência que, obviamente, não está em causa?

O primeiro, é sócio de um instituto privado de cardiologia e orienta actualmente a montagem do departamento de cardiologia do novo hospital do grupo HPP (hospitais privados de Portugal) que, em breve, será inaugurado em Lisboa.

O segundo, é responsável pela unidade de oncologia do hospital CUF Descobertas, do grupo José de Melo Saúde, de que já foi director clínico.

Aos coordenadores nacionais, entre outras funções de direcção, compete "liderar a estratégia do Ministério da Saúde" para aquelas doenças e "implementar a rede de cuidados" naquelas especialidades. Será que o exercício daquelas responsabilidades no sector privado não compromete a sua "isenção e imparcialidade" a que alude - e muito bem, o despacho do governo, no desempenho das altas responsabilidades que lhes estão atribuídas no SNS? Ou os despachos do governo só se aplicam a alguns, de acordo com as conveniências do governo?

Foram estas as perguntas incómodas que o BE - através de Francisco Louçã, fez a José Sócrates durante o debate mensal com o primeiro-ministro, no Parlamento. Desta vez, nem os habituais malabarismos de Sócrates conseguiram disfarçar a atrapalhação e desorientação do governo, procurando desmentir o indesmentível: na verdade, no Ministério da Saúde, os privados põem e dispõem.

João Semedo


>João Semedo estará no dia 26 de Outubro no Sport Operário Marinhense para se falar de e sobre a nossa(?) saúde. Às 21h30m

Apareçam

domingo, outubro 21, 2007

Negócios






É disto que o meu povo gosta!
Aos milhares, empurrados pela Fé
ei-los que chegam e embasbacam com
a imponência do novo Santuário!
Dizem que custou 80 milhões
e foi pago a pronto, (essa construção
imponente tem algo a ver com a história
que pretende homenagear, a de três pobres e humildes
pastorinhos a quem supostamente a Mãe de Deus apareceu?)
o que nem é difícil de perceber, pois os crentes deixam lá
muito dinheiro, livre de impostos!
Esta Igreja de privilégios está cada vez mais afastada dos pobres
que diz defender!
Quanta obra poderia ser feita com o dinheiro que se esbanjou nesta
ostentação?

A Consciência dos Obstetras do nosso Hospital!


Dezoito(18) dos dezanove (19) obstetras do hospital de leiria, por questões de
consciência, recusam-se a fazer interrupções voluntárias de gravidez!

Ficamos felizes por tal consciência, tanto mais que temos a certeza que exercem a sua

profissão com o máxima dedicação ao seu serviço hospitalar e no interesse dos seus doentes.

terça-feira, outubro 16, 2007

Centro Comercial de Leiria e Dióxido de Carbono



O novo Centro Comercial a construir, junto ao Estádio, em Leiria levará a que circulem por hora nessa Zona, mais de 1500 carros e mais de 2000 em horas de ponta!!!

A OMS calcula, por exemplo, que na Áustria morrem por ano aproximadamente 2,4 mil pessoas em razão das emissões de dióxido de carbono por motores de automóveis, e a organização ambientalista Greenpeace afirma que na Alemanha morrem anualmente, por esse mesmo motivo, 40 mil pessoas.

Nós, como sempre, estamos no topo da "estupidez"; enquanto , práticamente em toda a parte, se diminui e até proibe o transito nos centros da cidade, a "maltosa" faz o contrário,
enche o centro de carros, de dióxido de carbono e aumenta o efeito estufa.
AH! GRANDE CAMARA !
AH! GRANDES LEIRIENSES!!!

Ana Drago em Leiria, dia 22, ás 21,30(ENSINO)


Na sede do Bloco em Leiria, vai realizar-se. no dia 22, ás 21,30 uma sessão de debate sobre o ensino, aberta a toda a gente, com a presença da Ana Drago.

domingo, outubro 14, 2007

Centro regional de Segurança Social


Este centro, não tem comissão de trabalhadores e talvez por via disso tem um director que colocou/transferiu a sua companheira para junto de si.
Depois, a sua companheira foi nomeada pelo companheiro, Director do Centro, directora do nucleo juridico da Instituição.
O critério de selecção foi simples: ser companheira do Director!
Surpreende-nos que ninguém reaja a tais atropelias!
São com estes actos que se vai "manchando" a democracia.
Não reajam e depois queixem-se!
mordaki

segunda-feira, outubro 08, 2007



Médicos cubanos ajudaram assassino de Che a recuperar a visão




08-Out-2007
A notícia foi divulgada pelo jornal oficial cubano Granma: o soldado que, há 40 anos, matou Che Guevara recuperou a visão graças a uma equipa de médicos cubanos. A "Operação Milagre", como é chamado o programa promovido pelos médicos cubanos que percorrem a América Latina atendendo gratuitamente pessoas com cataratas, fez a cirurgia do ex-sargento Mario Terán, em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, a algumas centenas de quilômetros do local onde o militar matou Che.
"Ficamos indignados quando soubemos da notícia pelo rádio. É claro que o homem não se apresentou aqui dizendo que era o assassino de Che", disse Margarita Andreu, directora do centro oftalmológico de Santa Cruz, mantido pelos médicos cubanos e recentemente inaugurado pelo presidente boliviano, Evo Morales, admirador declarado de Fidel Castro e de Che.
As paredes brancas do consultório onde Terán foi atendido são cobertas com cartazes de Che. Diariamente, os quatro médicos que ali trabalham atendem mais de 100 pessoas.
"Os que vêm aqui não dão sempre a identidade verdadeira, às vezes usam documentos falsos, mas isso não é nosso problema", disse a directora.
O registro da clínica tem três pacientes com o nome "Mario Téran" e os médicos sequer sabem qual deles é o ex-sargento.
Margarita Andreu jura que teria atendido o soldado boliviano ainda que conhecesse sua identidade. "É o nosso dever, a nossa obrigação. O Che ganhou outra batalha".
Passada a operação, o filho de Mario Terán foi ao jornal local El Deber para expressar seu reconhecimento aos médicos cubanos.
Depois da morte de Che, o ex-sargento continuou a sua carreira até à patente de suboficial no Exército boliviano e, ao entrar para a reserva, não foi mais visto. Nunca quis falar em público.