sexta-feira, maio 23, 2008



Temos homem, terão pensado. Quase que acertavam. Em vez disso, foram a Fátima pedir milagres. Mas desde a morte de Lúcia as coisas já não sao tão simples. Os milagres já não são o que eram ( não , não estou a referir-me aos Milagres da ribeira, essa continua na fossa, não há milagre que lhe valha), os milagres estão pela hora da morte, aliás como tudo em Portugal, e diz o homem para se justificar perante quem o verbera e critica, também nos arredores,o que muito condiciona o luso desempenho, que não há milagres que salvem, como já havia sido dito acima, e o homem que pensavam ter encontrado, é, não só um fala barato, como um incompetente irritadiço de cariz autoritário. Em suma, não têm homem, ele é que os lixa a todos, e a mais quem o deixar fazê-lo.
Aliás os resultados estão à vista para todos menos para o homem e os lambe-cus que o rodeiam. Portugal é o Estado-membro da União Europeia com maiores desigualdades sociais. Um Relatório sobre a Situação Social na União Europeia, apresentado nesta quinta feira em Bruxelas, apresenta Portugal como o país da UE com maiores desigualdades sociais. Segundo o relatório, em Portugal há mais de 2 milhões de pobres, que vivem com menos de 10 euros por dia. O relatório salienta que, em geral, a distribuição de rendimentos é mais igualitária na Europa que nos Estados Unidos. Com uma excepção: a de Portugal, o único estado da UE com maiores desigualdades do que os EUA.





Ça c'est la vie en rose!


Redfish

2 comentários:

líseo disse...

Como disse o Vasco Pulido Valente os portugueses estimam mais a igualdade do que a liberdade. E eu digo preferencialmente pobrezinhos, invejositos, crentes, sentaditos na maldicência. Eis como este blogue corresponde a esses sentimentos populistas!

Leiria em Cuecas disse...

A grande virtude do Vasco Pulido Valente é escrever para que ninguém o entenda, nem ele, que muitas vezes se contradiz e faz exactamente aquilo que atacou antes ( quem não se lembra quando maldizia o governo do Cavaco e ao primeiro convite foi logo para lá, sem sequer passar pela casa da partida e receber os trocos como no monopólio!!!).
Líseo, concordo no entanto com a opinião dos portugueses. A li
berdade de ter escravos é muito boa para o mercador de escravos, os escravos é que não se sentem muito confortáveis com as condições de trabalho, não é? São uns invejosos?
Este blogue é o contrário do que o Líseo afirma. Nós somos a favor da liberdade dos escravos, e acreditamos que ninguém é livre enquanto outros viverem agrilhoados. E constatar que neste país há fome não é populismo.
Passe bem

Redfish